Review: Jogo – Vanquish

Vanquish Title

Lançado em 2010 pela Sega e produzido pela japonesa PlatinumGames, conhecida por outras excelentes séries como Bayonetta e Nier: Automata, Vanquish é uma homenagem aos jogos Third Person Shooter e uma verdadeira pérola no oceano dos jogos modernos. Em Maio de 2017 foi feito um port de excelente qualidade para PC e graças a isso pude desfrutar deste título.

Vanquish promete ação constante e veloz em um cenário futurista recheado de muitos disparos, robôs, explosões e cutscenes carregadas de heroísmo exagerado e épico. A qualidade do port é notavelmente boa, melhor até que Bayonetta, que foi lançado em Abril de 2017. Vanquish permite que jogadores(as) experientes divirtam-se tanto quanto os(as) novatos(as) no gênero Third Person Shooter, fazendo-os(as) deslizar diretamente para o meio da ação com armas avançadas em uma guerra acelerada.

Review sem Spoilers!

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Review: Jogo – Doki Doki Literature Club

DDLC Title

Belo jeito de começar o ano. O que não fazemos em nome da ciência…

Dia 03/01. Deveria ser uma madrugada comum, envolvendo filmes de tubarão, leitura ou a continuação do meu império de terror em Endless Space 2, mas um camarada me mandou uma mensagem “Doki Doki Literature Club. Jogue algum dia.”. Procurei informações e prontamente gargalhei quando vi do que se tratava. O sujeito insistiu “Não pesquise nada a respeito. Não leia nada. E algum dia, jogue”. Veja bem, é um camarada que conhece exatamente o tipo de jogo que gosto, ele não iria me recomendar um Date Sim desse jeito seco. Na Steam, uma das tags associadas ao título é “Psychological Horror” e em sua descrição há o aviso “Esse jogo não é recomendado para crianças ou aqueles que são facilmente perturbados”. No site HowLongToBeat é informado que a história principal pode ser concluída em torno de 4 horas. Vencido pela maldita curiosidade, fui verificar do que se tratava aquilo. Fiquei impressionado.

Doki Doki Literature Club trata-se de Visual Novel que distorce a pontos extremos os elementos de um Date Sim e de um Jogo Eletrônico em si. Devo dizer que não tenho certeza sobre a parte “Horror” que é mencionada, mas certamente DDLC traz inúmeros elementos perturbadores e inesperados que facilmente causariam algum tipo de reação em pessoas mais sensíveis. Complementando isso, ele também envolve alguns temas muito delicados, então é crucial levar a sério os avisos que o cercam.

Alerta!

Existem Spoilers abaixo!

Existem temas delicados abaixo!

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Nexus Prime – Resumo Anual (2017)

Cyberpunk

Em Novembro de 2017 Nexus Prime completou aproximadamente 1 ano de desenvolvimento, mais uma vez confirmando ser o projeto que já passei mais tempo. Se contar desde o momento em que tive a ideia, posso estender mais uns 6 meses, mas foi em meados de Novembro de 2016 que comecei a trabalhar de uma forma mais sólida. Durante esse tempo um progresso que eu considero notável foi feito, mesmo que o ritmo de produção tenha sido altamente variado. Apesar disso, ao comparar o documento de compilação de regras da versão 1 e a versão 8, último a ser produzido, devo dizer que a evolução não me deixa menos que orgulhoso e satisfeito.

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Review: Filme – Star Wars: Episode VIII – The Last Jedi (2017)

The Last Jedi Poster

“Luz. Trevas. Um equilíbrio”

Fiquei um pouco surpreso durante as primeiras discussões, mas no fim tudo correu exatamente como esperado: Alguns odiaram, alguns amaram, uma boa parte procurava justificativas racionais e caminhos alternativos, mas todos falavam sobre o último episódio da saga.

Star Wars: Episode VIII – The Last Jedi (2017), traz a continuação da enorme e adorada (?) saga espacial iniciada por George Lucas e que agora se encontra nas mãos da Disney e seu asqueroso rato. Seguindo a estrutura em trilogias, The Last Jedi ocupa o lugar de segundo filme da mais nova trilogia, que ocorre cronologicamente após os eventos da primeira. Em meio aos icônicos duelos de sabres de luz, confrontos políticos, batalhas de espaçonaves e o misticismo da Força, The Last Jedi é tão recheado de plot twists e situações contraditórias que os fãs terão material o suficiente para se digladiar com palavras e fatos pseudocientíficos durante meses. Ou seja, um tremendo sucesso!

Alerta!

Aos mais sensíveis, existem Spoilers abaixo!

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Tyg Log – A Ascensão e Mutação dos MMO’s

Wow Logo

Já houve uma época na qual alguns gamers abandonavam quase inteiramente o que se chamava de “vida social” para se dedicar exclusivamente a aprimorar seus armamentos e habilidades, derrotar poderosos chefes em grupos e gerenciar com muita seriedade e notável organização clãs e guildas. E não foi a tanto tempo assim. A explosão dos MMORPG’s (Massively Multiplayer Online Role-Playing Games ou algo como Jogos de Interpretação Online Multijogador Massivos) definitivamente deixou uma marca no universo dos jogos, marca essa que está se desgastando enquanto alguns tentam desesperadamente mantê-la viva, ainda que de forma distorcida.

World of Warcraft, um dos mais renomados MMO’s de todos os tempos já se arrasta por mais de 10 anos, uma marca impressionante, porém tanta coisa já mudou que os fãs de outrora ficariam pasmos com o estado atual. Ragnarok Online parece sobreviver em cantos obscuros graças a inúmeros servidores individuais e uma comunidade de fãs razoavelmente resistente. Alguns novos MMO’s surgem de tempos em tempos, porém são comentados nas esquinas de redes sociais para então sumirem da mente das pessoas poucos dias depois.

Também me pergunto o que houve com esse gênero de tempos em tempos e geralmente chego na conclusão de que ele seguiu por um caminho errado e evoluiu para algo desalmado, mas, como muitas outras suposições que farei nesta publicação, imagino que o problema deste estado mórbido é a falta de entendimento do que o faz ser bom. Por ser um tema bem complexo, irei apenas ditar alguns tópicos, arremessando no abismo toda humildade e trazendo todo o ódio que guardo com tanto cuidado.

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