Life is Strange

life-is-strange-walkthrough-640x325

ESTE REVIEW NÃO CONTÉM SPOILERS

Meu computador está começando a sofrer os efeitos de um longo tempo sem formatação misturado com uma tempestade de instalações e desinstalações brutais. Para um jovem membro do mundo da tecnologia isso é um pouco lamentável. Enquanto isso, estamos chegando na época de festas de fim de ano, então mais uma vez faz-se necessário abrir um bloco de notas para fazer contas e anotações sobre presentes. Um destes presentes seria com certeza um bom jogo e felizmente não levei muito tempo para encontrar o adequado: Life is Strange. Antes de entregar porém, meu sexto-sentido sombrio me alertou e recomendou que eu jogasse antes. Geralt of Rivia com certeza ficou irritado, já que estou retardando minha jornada em The Witcher (sim, o primeiro) a um longo tempo, entretanto garanto que ele irá entender pela urgência da situação.

Life is Strange é um jogo episódico desenvolvido pela DONTNOD Entertainment e publicado pela Square Enix, no qual se assume o papel de Max, uma estudante de fotografia de uma cidade americana. Durante uma situação de tensão, ela adquire poderes de alterar o tempo/espaço.

Continuar lendo

Unity e Game Design

Após passar pela tempestade de fim de semestre na faculdade, dediquei o resto do mês ao aprendizado. A maior parte era pura curiosidade minha, como engenharia elétrica/mecânica, microcontroladores (Arduino) e idiomas estrangeiros, mas também boa parte do meu tempo foi voltada ao aprendizado da famosa Game Engine Unity. Uma ferramenta simplesmente maravilhosa, com um arsenal vasto o bastante para se explorar todo tipo de ideias de jogos e até mesmo outras formas de mídia e entretenimento.

Apesar de não ser muito, fiz um jogo bem simples de uma bolinha 3D controlada pelo jogador que deve sair pelo cenário capturando pequenos objetos que dão pontos. Além disso, me inscrevi através do Coursera em quatro cursos relacionados a desenvolvimento de jogos que descobri graças a indicação de um amigo. Quem tiver interesse aqui está a página direta dos referidos cursos, lembrando que não é necessário pagar a taxa da especialização, se desejar apenas tomar as aulas basta se inscrever nos cursos gratuitamente.

Outra grande novidade do mês foi o lançamento de Star Wars: Battlefront, um jogo de guerra estilo Battlefield, mas situado no famoso universo de Star Wars. Farei uma review quando me sentir confortável, posso adiantar que o jogo é belíssimo e oferece uma ótima jogabilidade apesar de ser limitado se comparado com Battlefield.

Até a próxima o/

Caio “Tyghorn” Victor

Battlecruiser Operational

Battlecruiser Operational

Marco zero. Tentarei a partir desse post ter uma estabilidade na frequência e na qualidade dos posts. Como havia dito antes do Reboot, estava muito insatisfeito com o rumo aleatório que o blog havia tomado. Continuarei com reviews sobre os jogos que caírem em minhas mãos, mas além disso pretendo dar uma maior atenção a algumas discussões e situações específicas do entretenimento. Além disso também pretendo mostrar mais material relacionado ao desenvolvimento de jogos e sobre os meus projetos, caso estejam avançando.

Tenho alguns desafios em mente para o futuro próximo. Nesse mês vou iniciar o desafio de tentar criar um jogo por dia. Claro, não será nenhum novo Legend of Zelda ou Age of Empires, serão todos jogos bem pequenos e simples, mas tenho certeza que será algo importante para entender mais a fundo sobre a área.

Sobre o projeto SkyWatch, que terá a palavra “projeto” acoplada a ele por muito tempo ainda, apenas os deuses sabem onde irá parar. Não pretendo largá-lo de modo algum, mas sei que irá caminhar a passos lentos, como disse anteriormente, preciso me disciplinar mais para trabalhar nessas coisas. Vamos ver até onde consigo chegar.