[MTG] Projeto – Rules of Nature

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Pois é, montei outro em menos de 72 horas. Meu problema com MTG é que fico um bom tempo sem sequer olhar as cartas, se alguém comenta sobre o assunto comigo passo os próximos dias jogando apenas isso. Dessa vez já tinha a música título em mente, só precisava da lista certa para ela.

1 – O Conceito

Com o título “Rules of Nature” na mente, só pensei em fazer algo monogreen e deveria ser de porrada. Verde é um prato cheio para decks de porrada, mas fazer mais um como qualquer outro desses não teria graça. Pesquisando possibilidades na internet, me deparei com algumas coisas interessantes, mas de todas Primal Surge (Spoiler abaixo) me chamou muito a atenção. Em teoria, com um pouco de sorte, é possível trazer várias permanentes para o jogo, mas o que aconteceria se eu tivesse apenas permanentes? Nesse ponto eu já tinha decidido no que Rules of Nature seria baseado: Uma súbita explosão de ignorância, dano e atropelamentos.

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[MTG] Projeto – From Chaos to Eternity

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Iniciei na semana passada um novo projeto de deck para o Magic The Gathering. Para quem me conhece sabe que não gosto de construir coisas simples para ganhar partidas. Eu gosto de criar monstros. Monstros do tipo que não fazem o menor sentido, que tem falhas grotescas e nem sequer usam cartas efetivas, mas que são no mínimo espetaculares de se admirar. O meu último projeto foi o River of Time, um deck com temática de Tempo que ganhou a mesma quantidade de admiração e ódio dos amigos e amigas que o enfrentaram em uma mesa. Prometi que não o usaria durante este ano de 2016, para quem estiver curioso(a), eis a lista:

River of Time

Montar um deck de MTG para mim é muito mais do que amontoar umas cartinhas que funcionem bem e ganhem o jogo. É quase um ritual, que infelizmente não irei explicar agora como funciona, vou apenas me concentrar em mostrar os passos que foram dados na última semana.

1 – O Conceito

Em algum momento da terça-feira, havia visto duas cartas e fiquei imaginando que bagunça seria se ambas estivessem em jogo. Foi dai que surgiu a fagulha que transformou-se no conceito desse projeto: Caos absoluto. O que aconteceria se os jogadores simplesmente não tivessem mais controle das suas ações? Se a mais simples mágica que tentassem executar simplesmente fosse aleatória? E talvez a pergunta mais importante: É possível fazer isso no MTG? Para minha felicidade, sim é possível. Com esse conceito em mente, direcionei as cartas e o tipo de jogo para o bom e velho mesão e aos poucos fui buscando cartas que sustentassem essa insanidade.

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Street Fighter V

Street-Fighter-V

Hoje foi lançado o novo jogo da famosa série Street Fighter. Estava acompanhando de vez em quando algumas notícias sobre o novo título, mas sem nenhuma expectativa, mesmo gostando bastante de jogos de luta. Acabei jogando para saber como estava o Street Fighter V e só posso resumir como bem ruim.

Para começar, o jogo está pesado. Não tenho um computador de ponta, mas é bom o suficiente para rodar ótimos jogos como por exemplo GTA V o qual não tenho o menor problema. SF V infelizmente fez minha máquina suar de modo que algumas partidas ficavam bem lentas. A versão anterior (SF IV) tinha um vídeo introdutório bem bacana com música e um visual diferenciado, na nova versão eu nem entendi direito o que estava acontecendo e em menos de 2 minutos já estava no menu inicial.

Sem nenhuma pergunta, me arremessaram num tutorial terrível, ensinando coisas bem básicas como mover-se, apertar os botões do teclado e apenas umas poucas manobras específicas. Simplesmente um dos piores tutoriais que já vi. Outro grande problema está justamente nos controles. Nem pude usar o meu joypad genérico, tive que jogar no teclado mesmo e além disso os comandos eram mostrados com referências a um controle de XBox, ou seja, um péssimo port para o PC. Mas relaxem, o buraco é mais profundo.

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