[MTG] Projeto – From Chaos to Eternity

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Iniciei na semana passada um novo projeto de deck para o Magic The Gathering. Para quem me conhece sabe que não gosto de construir coisas simples para ganhar partidas. Eu gosto de criar monstros. Monstros do tipo que não fazem o menor sentido, que tem falhas grotescas e nem sequer usam cartas efetivas, mas que são no mínimo espetaculares de se admirar. O meu último projeto foi o River of Time, um deck com temática de Tempo que ganhou a mesma quantidade de admiração e ódio dos amigos e amigas que o enfrentaram em uma mesa. Prometi que não o usaria durante este ano de 2016, para quem estiver curioso(a), eis a lista:

River of Time

Montar um deck de MTG para mim é muito mais do que amontoar umas cartinhas que funcionem bem e ganhem o jogo. É quase um ritual, que infelizmente não irei explicar agora como funciona, vou apenas me concentrar em mostrar os passos que foram dados na última semana.

1 – O Conceito

Em algum momento da terça-feira, havia visto duas cartas e fiquei imaginando que bagunça seria se ambas estivessem em jogo. Foi dai que surgiu a fagulha que transformou-se no conceito desse projeto: Caos absoluto. O que aconteceria se os jogadores simplesmente não tivessem mais controle das suas ações? Se a mais simples mágica que tentassem executar simplesmente fosse aleatória? E talvez a pergunta mais importante: É possível fazer isso no MTG? Para minha felicidade, sim é possível. Com esse conceito em mente, direcionei as cartas e o tipo de jogo para o bom e velho mesão e aos poucos fui buscando cartas que sustentassem essa insanidade.

2 – A Lista

River of Time foi um pesadelo para ser construído. Demorei várias semanas revirando todas as cartas do modern para selecionar não apenas as que sustentavam o conceito, mas a quantidade certa. Provavelmente foi uma excelente experiência de aprendizado, pois From Chaos to Eternity demorou apenas uma semana. Com a lista pronta, parti para um playtest usando proxys e meus outros decks. Como já havia esperado, a máquina é extremamente ineficaz contra oponentes rápidos e violentos. Apenas de estar em uma partida 1×1 já é uma grande desvantagem. Ainda farei o teste do mesão com grandes expectativas de ser funcional.

3 – O Nome

Não bastando apenas montar bizarriçes, um dos passos do ritual é encontrar o nome correto. Poderia ser um simples “Black Green Control”, mas é tão ridículo que dou risada toda vez que alguém conta uma dessas. Meus decks tem todos nomes de músicas, e essas músicas devem sustentar o conceito. Não me demorei muito para considerar From Chaos to Eternity do Rhapsody of Fire uma ótima escolha. Lembrei ainda que a capa do álbum que carrega este título tem as cores do deck, o que me deixou ainda mais satisfeito.

4 – Spoilers

Como havia feito com o River of Time, darei alguns spoilers do novo projeto, mas sem muitos detalhes.

Esse é o deck que provavelmente será jogado uma única vez, porque depois disso será enterrado na mesma gaveta onde se encontra River of Time. Pensarei seriamente em adquirir mais essa coisa estranha que saiu de minha mente. Até a próxima o/

Caio “Sanity is for The Weak” Victor

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