Dark Souls (franchise) – Top 10 Chefes mais difíceis e épicos

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No dia 28/03 finalmente foi lançado o último DLC da marcante e cruel série Souls. Conhecida pela sua dificuldade muito acima dos jogos modernos atuais, a franquia teve um início modesto e quase invisível com Demon Souls, mas ganhou popularidade com Dark Souls. A maior parte da fama não veio apenas de um cenário e jogabilidade fantásticos, mas pela grande dificuldade apresentada e o modo sutíl de informar ao jogador(a) que ele(a) morreu. Ainda que o jogo seja fantástico, uma grande parcela de jogadores sequer se da conta da profunda e complexa história contada de forma bem fragmentada, espalhada em descrições de itens e magias, posicionamento de personagens e breves linhas de diálogo com os poucos NPC’s. Os bravos e bravas que persistem em jogar algo tão difícil e que buscam minuciosamente os detalhes da história (ou simplesmente procuram vídeos de lore no youtube), são recompensados com uma experiência realmente única e de alta qualidade.

Os chefes são definitivamente um dos pontos altos do jogo, sejam pela dificuldade ou pela épica história por trás deles. Com essas duas características, resolvi fazer duas listas Top 10 (é o tipo de coisa que anda dando dinheiro na internet ultimamente não é mesmo?), uma voltada para o lado épico e outra para o quanto apanhei dessas famigeradas criaturas.

Alerta!

Aos mais sensíveis, as listas abaixo contém spoilers!

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Review: Jogo – Bioshock 2

980_1468771718Hoje terminei Bioshock 2, pela segunda vez. Foi bom relembrar o meu título favorito da série até o momento, já que ainda não joguei Bioshock: Infinite. Não pretendo fazer uma Review detalhada sobre o jogo já que fazem mais de cinco anos desde o seu lançamento, pretendo apenas apontar os elementos que mais me chamam atenção.

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Nexus Prime – Sistema básico

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Retirado do Pinterest. Autora: Lina Karpova

Feriado cheio e muito bem aproveitado. Além de passar um tempo com os amigos, fiz o primeiro playtest de Nexus Prime, além de desenvolvê-lo um pouco mais. Percebi que ainda não me livrei completamente dos números, sistema e jogada básicos, já era esperado, mas decidi fazer uma longa e cuidadosa revisão.

Acima de tudo, desejo que Nexus seja um sistema simples, com muitas opções de customização e com um certo grau de letalidade e estratégia. O que quero dizer com esses dois últimos itens é que chutar uma porta e atirar em diversos soldados inimigos como o Rambo não vai funcionar, é necessário usar bem os recursos dos personagens e derrotá-los com um mínimo de tática. A ideia básica é que os jogadores façam parte de um grupo ou agência de mercenários e que suas habilidades específicas sejam usadas em conjunto para cumprir missões de forma audaciosa e eficiente. É praticamente a mesma ideia do bom e velho Pathfinder e seus grupos de aventureiros diversos, mas além dos talentos individuais pretendo incluir recursos compartilhados pelo grupo.

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