Review: Jogo – Bioshock Infinite

Bioshock Infinite Title

Então, finalmente eu terminei a série Bioshock. Se não fosse por constante insistência de terceiros não teria jogado Infinite tão cedo. Me contaram também que “O final desse jogo vai deixar você mindfucked” e de fato isso ocorreu de tal forma que imediatamente após concluir tive que buscar algumas informações na internet, as quais compartilharei com vocês caríssimos leitores e leitoras, como se eu fosse um grande entendido do jogo, quando na verdade não entendi nada, estava satisfeito apenas em explodir cabeças com o Hand Cannon.

Produzido pela Irrational Games, Bioshock Infinite encerra (eu espero…) a conhecida série Bioshock com um terceiro jogo muito diferente dos seus predecessores. Apesar de sua história e cenário cativantes, Infinite falha em adicionar novas mecânicas relevantes à série e oferece uma experiência no máximo divertida.

Alerta!

Aos mais sensíveis, existem Spoilers abaixo!

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Review: Jogo – Rogue Legacy

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Com muito mais suor do que o esperado e alguns xingamentos que com certeza fizeram os vizinhos pensarem que sou maluco (mais uma vez), terminei Rogue Legacy, esse pequeno, fascinante e infeliz platformer roguelike indie desenvolvido pela Cellar Door Games. Esperava encontrar um passa-tempo tranquilo, mas corri o risco de quebrar meu controle algumas vezes enquanto me aventurava pelo Castelo Hamson e encontrava a morte das formas mais ridículas possíveis. Rogue Legacy traz um ambiente e estilo de jogo nostálgicos, misturados a uma jogabilidade e mecânicas atuais simples e bem boladas. Uma pérola altamente recomendada.

Review sem Spoilers

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Dark Souls (franchise) – Top 10 Chefes mais difíceis e épicos

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No dia 28/03 finalmente foi lançado o último DLC da marcante e cruel série Souls. Conhecida pela sua dificuldade muito acima dos jogos modernos atuais, a franquia teve um início modesto e quase invisível com Demon Souls, mas ganhou popularidade com Dark Souls. A maior parte da fama não veio apenas de um cenário e jogabilidade fantásticos, mas pela grande dificuldade apresentada e o modo sutíl de informar ao jogador(a) que ele(a) morreu. Ainda que o jogo seja fantástico, uma grande parcela de jogadores sequer se da conta da profunda e complexa história contada de forma bem fragmentada, espalhada em descrições de itens e magias, posicionamento de personagens e breves linhas de diálogo com os poucos NPC’s. Os bravos e bravas que persistem em jogar algo tão difícil e que buscam minuciosamente os detalhes da história (ou simplesmente procuram vídeos de lore no youtube), são recompensados com uma experiência realmente única e de alta qualidade.

Os chefes são definitivamente um dos pontos altos do jogo, sejam pela dificuldade ou pela épica história por trás deles. Com essas duas características, resolvi fazer duas listas Top 10 (é o tipo de coisa que anda dando dinheiro na internet ultimamente não é mesmo?), uma voltada para o lado épico e outra para o quanto apanhei dessas famigeradas criaturas.

Alerta!

Aos mais sensíveis, as listas abaixo contém spoilers!

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Review: Jogo – Bioshock 2

980_1468771718Hoje terminei Bioshock 2, pela segunda vez. Foi bom relembrar o meu título favorito da série até o momento, já que ainda não joguei Bioshock: Infinite. Não pretendo fazer uma Review detalhada sobre o jogo já que fazem mais de cinco anos desde o seu lançamento, pretendo apenas apontar os elementos que mais me chamam atenção.

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Nexus Prime – Sistema básico

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Retirado do Pinterest. Autora: Lina Karpova

Feriado cheio e muito bem aproveitado. Além de passar um tempo com os amigos, fiz o primeiro playtest de Nexus Prime, além de desenvolvê-lo um pouco mais. Percebi que ainda não me livrei completamente dos números, sistema e jogada básicos, já era esperado, mas decidi fazer uma longa e cuidadosa revisão.

Acima de tudo, desejo que Nexus seja um sistema simples, com muitas opções de customização e com um certo grau de letalidade e estratégia. O que quero dizer com esses dois últimos itens é que chutar uma porta e atirar em diversos soldados inimigos como o Rambo não vai funcionar, é necessário usar bem os recursos dos personagens e derrotá-los com um mínimo de tática. A ideia básica é que os jogadores façam parte de um grupo ou agência de mercenários e que suas habilidades específicas sejam usadas em conjunto para cumprir missões de forma audaciosa e eficiente. É praticamente a mesma ideia do bom e velho Pathfinder e seus grupos de aventureiros diversos, mas além dos talentos individuais pretendo incluir recursos compartilhados pelo grupo.

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