Tyg Log – Os 10 Heróis mais interessantes de Heroes of The Storm

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Como um sujeito que já desperdiçou muito de seu precioso tempo escolhendo personagens diversos e trocando porradas em uma arena, posso dizer que já joguei uma boa quota de MOBA’s desde o antigo DotA. De personagens de fantasia medieval, passando por super-heróis e indo até deuses de várias mitologias, Heroes of the Storm (HotS) acabou se destacando por retirar todas as mecânicas que considerava chatas e aprimorar as mais divertidas. Não apenas isso, mas em várias ocasiões HotS conseguiu incluir elementos novos que contribuíram para dar toda uma personalidade que não tinha presenciado em outros MOBA’s até o momento.

A lista a seguir inclui não apenas personagens que sejam divertidos, poderosos ou queridos pelos jogadores, mas sim aqueles cujas mecânicas interagem de uma forma mais diferente com o jogo, ampliando de forma criativa as possibilidades de jogadas e, consequentemente, de se vencer uma partida pensando fora da caixa.

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Tyg Log – Survival Games

Survival

Arrisco dizer que um dos gêneros de jogos que cativam facilmente as pessoas atualmente, além dos famigerados MOBAS, são os jogos de sobrevivência ou survival. Talvez essa “febre” tenha começado com Minecraft, ou até bem antes disso, mas o fato é que eu compartilho desse grande gosto por começar completamente perdido e desamparado em um ambiente selvagem para terminar com um castelo voador que dispara raios.

Partirei então para algumas conjecturas. Construir coisas e fazê-las funcionar é uma tarefa bastante satisfatória e como a maior parte dos jogos do gênero incluem muitos desses elementos, já temos um fator que chama atenção. Minecraft fala por si só. Inúmeros jogadores mostram sua engenhosidade ao construir mecanismos complexos ou vastas obras de arte, mundos inteiros na realidade. De vez em quando escuto boatos sobre indivíduos abençoados pelas bênçãos do tempo que construiram pequenos computadores ou réplicas fiéis de outros mundos de fantasia.

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Global Game Jam e Atualizações

Essa semana foi sensacional. Decobri pelo menos 3 bandas que gostei muito e umas 4 músicas que instantaneamente foram parar na minha lista de favoritas, mas como esse blog não é exatamente sobre música, vamos mudar de assunto.

Estou trabalhando em mais um projeto, um Card Game com Deckbuilding. A vontade de fazer um desses veio depois de jogar Eminant Domain, um jogo bem interessante, mesmo tendo achado as interações entre jogadores fraca. Já tenho uma semana de trabalho nesse projeto que chamei de Mind Spies e acredito que precisarei de mais um pedaço dessa para terminar o primeiro protótipo. Feito isso, terei que escravizar alguns conhecidos para que testem o jogo e me deem o feedback necessário para o próximo protótipo. A coisa toda está andando em uma velocidade bem satisfatória, quem sabe até o fim de fevereiro eu não tenha um produto final?

Além do Mind Spies, estou trabalhando no que espero se  tornar um livro algum dia. A muito tempo tenho planos para ele, mas algumas correções violentas foram necessárias então estou refazendo a maior parte da história, um misto de ação, terror e investigação com elementos sobrenaturais. Sem prazo para terminar, mas quero ter algo até o fim desse ano.

Apesar dessas coisas que estão transformando sono em um alegre cansaço, a notícia mais importante é a próxima.

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Unity e Game Design

Após passar pela tempestade de fim de semestre na faculdade, dediquei o resto do mês ao aprendizado. A maior parte era pura curiosidade minha, como engenharia elétrica/mecânica, microcontroladores (Arduino) e idiomas estrangeiros, mas também boa parte do meu tempo foi voltada ao aprendizado da famosa Game Engine Unity. Uma ferramenta simplesmente maravilhosa, com um arsenal vasto o bastante para se explorar todo tipo de ideias de jogos e até mesmo outras formas de mídia e entretenimento.

Apesar de não ser muito, fiz um jogo bem simples de uma bolinha 3D controlada pelo jogador que deve sair pelo cenário capturando pequenos objetos que dão pontos. Além disso, me inscrevi através do Coursera em quatro cursos relacionados a desenvolvimento de jogos que descobri graças a indicação de um amigo. Quem tiver interesse aqui está a página direta dos referidos cursos, lembrando que não é necessário pagar a taxa da especialização, se desejar apenas tomar as aulas basta se inscrever nos cursos gratuitamente.

Outra grande novidade do mês foi o lançamento de Star Wars: Battlefront, um jogo de guerra estilo Battlefield, mas situado no famoso universo de Star Wars. Farei uma review quando me sentir confortável, posso adiantar que o jogo é belíssimo e oferece uma ótima jogabilidade apesar de ser limitado se comparado com Battlefield.

Até a próxima o/

Caio “Tyghorn” Victor

Battlecruiser Operational

Battlecruiser Operational

Marco zero. Tentarei a partir desse post ter uma estabilidade na frequência e na qualidade dos posts. Como havia dito antes do Reboot, estava muito insatisfeito com o rumo aleatório que o blog havia tomado. Continuarei com reviews sobre os jogos que caírem em minhas mãos, mas além disso pretendo dar uma maior atenção a algumas discussões e situações específicas do entretenimento. Além disso também pretendo mostrar mais material relacionado ao desenvolvimento de jogos e sobre os meus projetos, caso estejam avançando.

Tenho alguns desafios em mente para o futuro próximo. Nesse mês vou iniciar o desafio de tentar criar um jogo por dia. Claro, não será nenhum novo Legend of Zelda ou Age of Empires, serão todos jogos bem pequenos e simples, mas tenho certeza que será algo importante para entender mais a fundo sobre a área.

Sobre o projeto SkyWatch, que terá a palavra “projeto” acoplada a ele por muito tempo ainda, apenas os deuses sabem onde irá parar. Não pretendo largá-lo de modo algum, mas sei que irá caminhar a passos lentos, como disse anteriormente, preciso me disciplinar mais para trabalhar nessas coisas. Vamos ver até onde consigo chegar.